Banco de Experiências

É uma ferramenta que reúne e divulga experiências exitosas em gestão municipal da educação, contribuindo com os dirigentes educacionais na elaboração de políticas e gerenciamento de seus sistemas.

Objetivos

Oferecer aos gestores municipais de educação experiências e aprendizagens que os apóiem na formulação e implementação de políticas públicas educacionais, com a finalidade de melhorar a qualidade da educação, sobretudo no que diz respeito a iniciativas que se reportam ao alcance das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação.

Pauta-se nos dois eixos estratégicos do Laboratório:

  • EIXO 1: Prospecção, identificação, registro, avaliação de experiências e criação de mecanismos de apoio à inovação.
  • EIXO 2: Disseminação e intercâmbio de experiências inovadoras em gestão educacional.

Critérios

Para fazerem parte do Banco, as experiências devem contemplar os seguintes critérios:

1. Eficácia e relevância;

São critérios que põe grande peso no alcance das metas do Plano Nacional de Educação e do Compromisso Todos pela Educação. Nesse sentido é crucial que seja estabelecido como foco a aprendizagem, apontando resultados concretos a serem atingidos – diretriz primeira do Compromisso Todos pela Educação.

2. Intencionalidade e contextualização;

Trazem a necessidade de se conhecer a realidade local para que seja elaborado o desenho da experiência. Nesse sentido, um diagnóstico inicial indicando os principais problemas educacionais é de suma importância. Assim como seus passos subsequentes que tratam de estabelecer objetivos a serem atingidos, estratégias e modos diretos ou indiretos de solucionar os problemas apontados pelo diagnóstico. Outro elo importante é a participação da comunidade escolar na elaboração do diagnóstico para que as visões não fiquem limitadas a do órgão gestor.

3. Abrangência e repercussão;

Fazem parte de um mesmo enfoque que salienta o quanto a experiência influenciou a comunidade escolar e as benesses que a experiência ainda pode trazer. Nesse sentido, é importante que parte significativa do público-alvo tenha sido alcançada e que ocorra uma repercussão na rede de ensino, cidade ou na região.

4. Busca da melhoria dos níveis de equidade e respeito à diversidade na rede de ensino;

Esse critério reconhece a importância da realização de ações visando à melhoria da equidade e ao fortalecimento do respeito à diversidade na rede de ensino e/ou no município. Nesse sentido é importante que a questão da equidade e respeito à diversidade tenha sido considerada desde seu diagnóstico, e que tenha reais possibilidades para diminuir a desigualdade entre as unidades escolares e fortalecer a tolerância e o respeito às diferenças étnico-raciais, gênero, religiões e pessoas com deficiência.

5. Fortalecimento da gestão democrática e integrada;

Procura analisar se ocorreram contribuições para o fortalecimento de práticas democráticas e integradas no município, órgão dirigente ou nas escolas. Para tanto é dada importância à participação de outros segmentos da comunidade escolar durante a execução da experiência, como parcerias com universidade, organização não governamental, instituições especialistas na área e outros setores da política municipal. Outro ponto relevante é o estabelecimento de marco legal à volta da experiência.

6. Controle, transparência e eficiência no uso dos recursos;

Controle, transparência e eficiência no uso dos recursos. Aqui é importante salientar a importância de disponibilizar informações sobre o orçamento educacional junto ao Siope, a coerência entre previsão e aplicação de recursos e seu efetivo. Sendo que, a falta de informação será vista como um dado que pode levar a não contemplação dos critérios de transparência.

7. Caráter inovador.

Procura analisar se a experiência conseguiu transparecer sua inovação, se a inovação está articulada com as concepções e práticas pedagógicas, se a coerência foi mantida durante o processo de implantação da experiência.

Página atualizada em: 20 outubro 2015